eu sabia!

Momento spritual.

 

Vida após a morte será tema de tese na PUC de São Paulo.

"Sonia Rinaldi há mais de 20 anos pesquisa o assunto e prepara-se para um desafio hercúleo: levar para um ambiente totalmente cético algo que comumente é tratado com crença. Ela vai defender, a partir deste ano, uma tese de mestrado na PUC – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, intitulada “Transcomunicação: Interconectividade entre Múltiplas Realidades e a Convergência de Ciências para a Comprovação Científica da Comunicabilidade Interplanos”, com a qual pretende comprovar que após a morte do corpo físico a consciência sobrevive."

 

Engraçado. Eu não tenho religião. Não freqüento igreja, centro espírita, terreiro, templo de coisa nenhuma. Mas eu nunca tive um tiquim assim de dúvida de que eu sou muito mais do que esse corpitcho aqui que vos fala. Não é questão de acreditar ou não. Não sei explicar, mas eu SEI que somos espíritos, consciências que seguem vivendo. E sei assim, de uma forma natural... como quem sabe que a maçã é uma fruta ou que a terça vem depois da segunda-feira. Sei lá. Só sei que é assim. Daí que fico superfeliz que esse papo chegue à universidade. De repente o berço da racionalidade vai enxergar de vera o que sempre vimos com os olhos da alma, mas muitos de nós prefere não acreditar. Sei lá. Engraçado, né?

 

Olha só essa frase da pesquisadora, que legal:

 

“Religião que se esconde atrás de dogmas e não respeita a lógica deve estar com os dias contados. A globalização e o avanço tecnológico despertaram a racionalidade, e a visão setorizada tende a mudar. Ou algo é “verdade” ou não merece crédito. E tudo que é “verdade" tem que ser passível de análise e investigação. Há de chegar o tempo em que o ser humano dispensará supostas leis divinas, sejam lá quais forem, que não passem pelo crivo da lógica racional.”

 

Se é pra acreditar só no que é racionalmente comprovado, que seja, então! Comprovemos, pois! Ela (a pesquisadora da tese acadêmica) vai trabalhar em conjunto com engenheiros, físicos e matemáticos, que deverão comprovar os fenômenos estudados, dentro dos parâmetros da ciência. Poxa, eu chego a ficar arrepiada vendo esse povo se debruçar sobre nós mesminhos. A natureza humana (falo da verdadeira natureza humana) é um show que merece todo nosso estudo e atenção! Finalmente!

 

Peguei essa notícia daqui.



Escrito por clara às 13h42
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nhem...

Um pouco chateada. Desinteressada. Meio deprê, sim, por quê? Pois é, por quê? Falando aqui meia dúzia de palavrinhas no Google Talk com um querido “ombro-amigo virtual”, foram me aparecendo umas possibilidades: excesso de chuva (sempre fiquei cinzenta diante de climas idem), saudades do corre-corre prazeroso da agência (não dava tempo pra pensar na morte da bezerra), humm... O que mais? Falta de possibilidades de trabalho não é, pois tenho alguns projetos bem bacanas pra desenvolver que estão pa-ra-dos, paradérrimos, verdadeiras estáutas, arquivados por minha própria inércia, tola inércia, mea-culpa, mea-culpa.

Estava curtindo muito o quizz, a brincadeira regada a mutcha cerveja. (Aliás, nem sempre gelada, ô, Arlíndioooo, que feio...) Poisé, tava achando divertido e tal ficar ali, fazendo perguntcheeenhas, dando risadjeeenhas, enchendo a lata, chutando a tampa, cercada de um povo divertido e querido, que curte a minha companhia assim como eu a deles, eu no meio da galera, gente jovem reunida e tals... Ieeei... Mais cerveja! Bora pra outro lugar! Ieeei... Depois da ressaca normal das quintas-feiras de repente me baixou essa deprezinha básica, mininuuu! Foi (e está sendo) um negócio assim: me achei um peixe fora d’água. E fora de uma água que não valia mesmo a pena ficar lá, ficar lá, nadando feito égua. De repente eu me senti como que falando (ou deixando de falar) finlandês em meio a altos papos caribenhos... Sei que me senti estrangeira em certo momento e até agora não consegui voltar pra carimbar meu passaporte... Talvez o que eu ande sentindo seja só mesmo falta de trocar idéias. Conversar mesmo, sabe? (Sabe? Me ensina?) Talvez porque eu mesma ande sem idéias pra trocar. Talvez seja só uma TPM fora de hora. Ou mais uma das minhas adoráveis crises existenciais, que acabam gerando pelo menos um poema bacana – uai, se for isso, já tá valendo! “Pelo ao menos”, né? Mas ô, musas, musas, cadê? Cadê o meu versitcho, porra?

 


Update em 27/5/09: melhorei! passou! desencanei! tô tri! ueba!



Escrito por clara às 15h20
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Uouou, nada mudou...

 

De um lado, com 35 a 40 mil aninhos de puro charme e sedução, está a Vênus de Hohle Fels. Moldada em marfim de mamute, é a mais antiga representação humana já encontrada. Desde aquelas priscas e paleolíticas eras já era bem safadinha, a danada, como se pode ver pela pose e pelo assanhamento em mostrar generosos peitões e genitália. Uia.

 

De outro lado, com idade oculta (nem os mais avançados testes de carbono conseguiriam definir) e assumidíssimos 11 litros de silicone em cada peito, está Sheyla Hersey. Esta loura (é brasileira, é brasileira!) fez uma ruma de cirurgias e parece que conseguiu o que queria: entrar no Guiness Book como a mulher siliconada mais peituda do mundo. Ui, ui, ui.

 

Viu? Passou o tempo, ô se passou. Mas nada mudou. Basta dar uma olhadinha no tamanho do... da... ahn... cabeça destas duas sedutoras beldades.



Escrito por clara às 08h43
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thanks, celulite. (argh)

Descobri que a celulite tem uma função importantíssima para o corpo da mulher: evita o entupimento das artérias. Ao invés da gordurinha féla-da-gaita se alojar nas artérias da pessoa, elas se alojam no popozão e nas pernocas, fazendo aqueles carocinhos horrorosos, o tal efeito "casca-de-laranja" na pele, matéria de lei em toda revista feminina, o terror do passeio na praia, o pesadelo de toda mulher de carne (mutcha) e osso (algum). Por isso os homens morrem muito mais do que as mulheres de ataques cardíacos e outros quetais decorrentes dessa enlouquecida “gordura localizada”. Ponto para nós, mulheres. Apesar de que não é ponto sem nó: os homens desprezam a celulite, nós também a desprezamos, todos a desprezam, o photoshop as dizima sem piedade... Quanta ingratidão. O fato é o seguinte: se é pra continuar vivendo e não papocar do coração com linha e tudo, tudo bem, vou passar a respeitar (argh) as minhas inclementes e salvadoras celulites para o resto de minha vida. E deverá ser longa, pois (in)felizmente, o espelho não tem mentido nas minhas últimas espiadelas: estou protegidérrima de ataques cardíacos. Afe!



Escrito por clara às 21h48
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